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DIA DA UNIDADE HUMANA

Nesta semana, celebra-se o dia da Unidade Humana e Instituto Revoar convida todos a refletir sobre o conceito de empatia e união


 

Nesta semana, comemora-se o Dia da Unidade Humana, marcada no dia 14 de agosto. "A data nos convida a refletir sobre a profunda interconexão que compartilhamos como seres humanos, apesar de nossas diferenças individuais", analisa a Vice Presidente do Insituto Revoar, braço social da Rede Memorial Fortaleza, Elaine de Tomy. "Nesse contexto, o conceito de empatia emerge como uma ferramenta poderosa para promover essa unidade e compreensão mútua. No entanto, é evidente que o significado e a prática da empatia ainda precisam ser amplamente compreendidos e adotados", completa.

A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender e compartilhar seus sentimentos e perspectivas. "Ela transcende barreiras culturais, sociais e geográficas, permitindo que nos conectemos emocionalmente com as experiências dos outros. Através da empatia, podemos enxergar o mundo pelos olhos de diferentes pessoas, reconhecendo suas alegrias, dores e desafios", reflete.

No entanto, apesar de sua importância, a empatia muitas vezes é mal interpretada ou subestimada. Algumas pessoas podem confundir empatia com simpatia, acreditando que é simplesmente sentir pena dos outros. Outras podem considerá-la uma fraqueza, pensando que se trata de ceder ao sentimentalismo. Essas interpretações errôneas podem criar barreiras à verdadeira compreensão e conexão.

Além disso, a prática consistente da empatia pode ser um desafio, especialmente em um mundo que muitas vezes parece polarizado e dividido. A velocidade das comunicações digitais e a exposição a uma ampla gama de opiniões podem levar a respostas rápidas e reações emocionais, em vez de uma compreensão reflexiva e empática. É importante lembrar que a empatia exige tempo, atenção e esforço genuíno para compreender plenamente as perspectivas dos outros.

"Para melhor entender e praticar a empatia, precisamos cultivar uma mentalidade aberta e receptiva", alerta a representante. Isso envolve ouvir atentamente, questionar nossos próprios preconceitos e estar disposto a aprender com as experiências dos outros. A empatia não implica necessariamente concordância, mas sim compreensão e respeito pelas diferentes jornadas humanas.

No Dia da Unidade Humana, é uma oportunidade para reafirmar o valor da empatia como uma ferramenta poderosa para construir pontes entre culturas, crenças e experiências diversas. "À medida que exploramos e praticamos a verdadeira essência da empatia, podemos contribuir para a construção de um mundo mais compassivo, harmonioso e unido, onde a riqueza de nossa diversidade seja celebrada e entendida", aponta Elaine de Tomy.

Assessoria de Imprensa Rede Memorial Fortaleza

Jornalista: Mônika Vieira - (85) 987792007/ contato@inspiracomunicacao.com.br



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